sábado, 4 de novembro de 2017

Aliança - IV

Ao contrário do que muita gente pensa, não é o amor que sustenta o casamento. É o casamento que sustenta o amor. O amor de um homem e uma mulher com dezenas de anos de união conjugal é muito mais sólido, maduro e consistente do que de um casal jovem. Tivessem interrompido a relação não experimentariam essa agradável realidade.

O que não deve ser desconhecido é que o amor anda de mãos dadas com a fidelidade. É como uma linha de trem, dois trilhos que, muito bem ajustados, garantem a estabilidade do veículo e a segurança dos passageiros. Qualquer alteração, ainda que bem pequena, num dos trilhos, coloca em risco toda a viagem.

Assim como o amor e a fidelidade são como dois trilhos da linha de trem, a fidelidade e a felicidade são como uma pista de mão dupla. Enquanto se viaja na estrada da fidelidade, a vida retorna com a pista da felicidade. E como realçava o Pr. Davi Gomes num trocadilho, “Felicidade começa com Fé”. E fidelidade se relaciona com “Fide”, ou seja, fé. Felicidade é consequência da fidelidade, aquela não virá sem esta.


A declaração de Thiago Saraiva é oportuna: “Amar não é sufocar, aliança não é algema, amar é oferecer ao outro liberdade, respeito e espaço pra crescer e ser feliz”.

Um comentário:

  1. É o que está em Cantares de Salomão 8:6
    “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas.”

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