sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Levi de Moura - Referência Moral do Jornalismo Regional - Final


UMA REFERÊNCIA JORNALÍSTICA  EM CABO FRIO
Apresentamos a última parte da síntese do trabalho do jornalista Levi de Moura em nossa região e, encerrando, a entrevista exclusiva.
Quem conhece Levi de Moura se lembrará dos grandes momentos desse grande homem e, quem não o conhece, terá informação preciosa de uma referência moral do jornalismo regional.
Acompanhe.
Levi de Moura e sua esposa na EXPO 2011

1 - Você tomou uma decisão há alguns anos que mudou completamente sua vida. Conte-nos.
LM - É verdade, pr. Neemias. Nenhuma decisão foi mais importante na minha vida como essa. Fui criado em lar evangélico, freqüentei a Igreja, mas a verdadeira conversão se deu há 6 anos através de minha filha Cynthia Balestieri, que me convidou para uma festa em sua igreja e lá constatei que a festa era um culto de resgate. E fui resgatado.

2 - Mesmo considerado uma das reservas morais do jornalismo, você está fora do cenário. Por quê?
LM - Às vezes é necessário sair um pouco de cena para analisar o que acontece no mercado. Eu ainda sou um jornalista romântico, que se apaixona pela notícia, que sente saudade da máquina de escrever, que prima pela ética e rejeita o jornalismo marginal. No momento analiso alguns convites e trabalho  em torno de alguns projetos – inclusive a volta do Fórum  de Debates na TV – mas confesso que vejo a necessidade de uma varredura para  separar o joio do trigo no meio profissional. No momento toco com minha mulher uma agência de promoções no setor de telecomunicações.
   
3 - Há um movimento cada vez mais intenso sobre o ateísmo. Que pensa você sobre o assunto?
LM - A gente conhece o sujeito que se diz ateu nos momentos difíceis da vida. Na pane de uma aeronave ou durante um tsumani a primeira coisa que o ateu de meia-tigela faz é gritar “Ai meu Deus”. Na verdade, essa onda sobre o ateísmo pode ter ligação com as artimanhas mundanas que tentam destruir a família com a criação de leis que contrariam a Palavra de Deus. Muita gente que ironizou a existência de Deus se ferrou. O comandante do Titanic dizia que nem Deus afundava o seu navio e aquele barco gigante não completou a primeira viagem. Poderia citar aqui muitos exemplos.

4 - Que conselhos daria aos adolescentes e jovens?
LM - Acho que os jovens de hoje tem - com a revolução tecnológica - muito mais chances que a minha geração, na corrida por um futuro melhor, com  mais qualidade de vida. Estudar deve ser a palavra de ordem, sempre em busca da qualificação profissional, porque os jornais estão cheios de ofertas de trabalho, mas a rapaziada não enxerga essa realidade, mesmo tendo noticias de que as velhas profissões estão desaparecendo. No mais, sugiro que todos busquem a Deus, porque só Nele encontrarão a salvação. Busquem enquanto há tempo. Drogas, nem pensar. Elas são as pestes dos nossos dias.

5 - Como tem visto a questão política regional?
LM - As balbúrdias e os conflitos da política regional refletem na verdade a inércia do Congresso Nacional com relação a reforma política. A paralisia no parlamento leva a Justiça legislar. O que se esperar dos municípios?

6 - Considerações finais:
LM - Em primeiro lugar, agradeço a oportunidade de poder expressar aqui a melhor reportagem de minha vida: aceitar a Jesus Cristo como Salvador, porque sei que Ele vive e voltará. Os outros “deuses” estão por aí em suas catacumbas.

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