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sábado, 3 de dezembro de 2016

Completude

A intensa correria e desenfreada busca pela satisfação plena tem produzido uma humanidade desumana. Atropelam-se princípios, negociam-se valores, destroem legados, defenestram a ética, compram e vendem juízos impudoradamente. O descaramento e o cinismo tornaram-se pilares sustentadores da vida de muitos.

Dois homens tornaram-se ricos para a realidade em que viviam. Um, construiu sua vida atropelando a todos e tudo. O outro, em sua mansidão, a construiu pautado nos bons costumes. Experimentaram vida longeva e partiram pelos meios naturais. Passados quase 50 anos, os legados são bem distintos. Aquele, nenhuma vida expressiva saída de seus lombos, vivem com dificuldades. Este, vidas responsáveis, influentes e relevantes na sociedade saídas de seu coração.

O célebre Mário Quintana nos legou poemas completos em sua obra.

Um deles:
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!


Como disse o Mestre dos mestres: “O ladrão vem para roubar, matar e destruir. Eu, porém, vim para que tenham vida e vida em abundância” - Evangelho de João 10.10. Vida completa é isso! É uma questão de escolha! Escolha bem!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Apenas 29 dias

Não faltam mais 30 dias, agora, 29. Isso aponta para a seguinte realidade: o ano é formado de dias. O dia, formado de horas. Estas, de minutos. Estes, de segundos. Não acontecerá sucesso no ano se, no dia a dia, houver descuido.

De Paulo, o pródigo apóstolo escritor, lê-se: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus” - Efésios 5.15-16.

O genial Charles Chaplin cunhou: “Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser”.

Então, mãos à obra: “bora começar!”.

1º - Um planejamento diário do que se deseja fazer.
2º - Organização do dia com as prioridades em destaque.
3º - Disciplina no cumprimento do planejamento.
4º - Rapidez na adaptação de surpresas e alterações.
5º - Avaliação de como foi desenvolvido o planejamento.


Pouco importa agora se os trezentos e trinta e seis dias de 2016 foram mal aproveitados, ainda faltam vinte e nove para seu fim. Eles podem ser diferentes. E isso, para melhor. Planejar os vinte e nove que faltam ajudará nos trezentos e sessenta e cinco que virão de 2017, mercê de Deus.

Apenas 30 dias

E mais trinta dias, 2016 terá ido. A velha declaração “o ano passou voando, já acabou e nem deu para perceber” se faz presente com a mesma intensidade de anos outrora.
            “O ano passou voando, já acabou e nem deu para perceber” pode ser uma expressão repetida irrefletidamente, como pode ser denunciadora de desorganização da vida. O fato é que apenas 30 dias separam 2016 de 2017.
            A experiência de vivê-los será uma realidade? Não se sabe. Intensos momentos de alegria são interrompidos e alterados para tristeza num abrir e fechar de olhos.
            Que fazer, então? Não aproveitar os intensos momentos de alegria porque a possibilidade da interrupção existe? De modo algum. Os tempos sombrios virão, independente da ação e reação no presente. O que não se pode esquecer é a responsabilidade no agir ou reagir. O sábio assevera: “Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento” - Eclesiastes 11.9.
            Para evitar a dor de um ano perdido, uma avaliação sobre o que se desejava em 2016 será salutar e, possivelmente, evitará equívocos em 2017. E isso correndo, faltam apenas 30 dias.


Texto escrito no dia 1º de dezembro